O
humor corrosivo que caracteriza os filmes do grupo Monty Phyton está
afiadíssimo nas histórias de O Sentido da Vida. Nesse filme, a
trupe de comediantes britânicos ganha a tela para satirizar a
medicina, a igreja, os militares, o sexo, e tudo o que é levado a
sério demais pelos seres humanos normais. A ousadia lhes valeu o
Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes. O Sentido da Vida
mostra porque eles fazem sucesso há três décadas na TV e no cinema
de todo o mundo.O Monty Python começou na BBC de Londres em 1969 e
logo se espalhou pelo mundo com suas apresentações ao vivo, livros
e filmes imperdíveis. Este foi o último filme da trupe que se
separou após este trabalho. Em seus filmes, já satirizaram desde
Rei Arthur, símbolo máximo da nobreza, justiça e coragem
britânicas (Monty Phyton e o Santo Graal, 1975) à Jesus (A Vida de
Brian, 1979), personagem que dispensa apresentações.
Os seis
malucos integrantes de Monty Python - John Cleese, Graham Chapman,
Terry Jones, Eric Idle, Terry Gilliam e Michael Palin estão de volta
em outra de suas mais loucas aventuras, para explicar O Sentido da
Vida.